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Televisores ultrafinos são destaque na CES 2017

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CES 2017 – Realidade Virtual (Assessoria)

Terminou no último domingo, em Las Vegas, a 50ª edição de 2017 da CES, maior feira de tecnologia em eletrônicos de consumo do mundo. O evento é referência em tendências no setor e marca a abertura oficial no calendário de eventos desta natureza em todo o mundo.

A feira foi marcada por padrões ultrafinos de televisores, drones, comandos de voz, realidade virtual e novidades em computadores. A seguir, a SET destaca os principais produtos e novidades:

Televisores ultrafinos com som e imagem em alta resolução foram as apostas das principais empresas que se apresentaram na CES. Marcas como a Samsung (QLED, com iluminação ajustável); Sony (OLED, com imagens mais nítidas, cores mais definidas e novidades no sistema de som, o Acoustic Surface); Hisense (H9 com um ótimo custo-benefício, cerca de cem dólares abaixo das outras marcas, promete melhores contrastes entre as cores); Panasonic (com suporte para Blu-ray e resolução Ultra HD) e a LG (com a tecnologia de coloração Nano Cell e a TV ultrafina Signature OLED 4K W, com espessura de 2,57 milímetros, e que mais se assemelha a um papel de parede) se destacam entre as promessas para 2017.

Os holofotes se atentaram à tecnologia OLED, que trata-se de um recurso de moléculas orgânicas (metálicas, no caso da QLED) que proporcionam melhor resolução de imagem. Com exceção da Hisense, as novidades ainda apresentam custo salgado ao consumidor.

Novidades no setor de Realidade Virtual também estiveram presentes na CES. Empresas utilizaram seus estandes para oferecer aos visitantes experiências de imersão com precisão em detalhes e qualidade na realidade virtual, despontando como uma tendência para as marcas num futuro não tão distante. O site da Forbes destacou a experiência como uma das mais marcantes durante toda a Feira, o relato completo você pode ler aqui.

Outra tecnologia que merece destaque é o player Sling, streaming AirTV e over-the-air broadcasting que disponibiliza ordenadamente canais ao vivo, canais OTTs como Netflix e TV via Android. O  recurso promete menor gasto de energia e ótimo custo-benefício, em torno de 130 dólares, tornando-o atrativo ao mercado.  Para mais informações, leia a revisão publicada pela revista Variety.

 

 

 

 

 

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