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Hitachi apresenta transmissores de alta eficiência no SET EXPO

SET EXPO Parte I

Completando 40 anos de atendimento ao mercado brasileiro e latino-americano, a Hitachi expôs a sua linha de transmissores E-compact com modelos de alta, média e baixa potência. “São modelos que se destacam pela potência energética com eficiência. A linha de baixa potência economiza até 24%, a média 38% e a de alta potência, 50%”, detalhou Michel Silva, analista de marketing da companhia. A linha de baixa potência, lançada no SET EXPO 2017, chega ao mercado visando suprir as necessidades das emissoras brasileiras com a migração AM/FM. “É uma linha de transmissores modulares com opções entre 15W ou 25W e entre 50W a 100W, de fácil manutenção, com fonte de energia ‘sacável’ (sic) pelo painel frontal. Na linha acima de 50W, possui fonte redundante e a manutenção pode ser feita em uma fonte sem tirar o transmissor do ar. Além disso, são equipamentos que contam com multiplexador e rádio estúdio-torre”, explicou Silva. Os transmissores de alta potência possuem entre 580W e 14.0000W e os transmissores de média potência possuem entre 150W e 300W, ambas as linhas também modulares, como a linha de baixa potência.
Yasutoshi Miyoshi, diretor de vendas da companhia, acredita que a indústria broadcast passa por um momento de disrupção. “Existe um caminho de integração de funções que antes dependiam de terceiros e estamos incorporando às nossas soluções, como receptor de satélite, UHF, descompressor de BTS e outras possibilidades”, afirmou, em entrevista exclusiva à Revista da SET. Miyoshi lembrou ainda que a Hitachi vai completar seis anos da compra da Linear e disse que a empresa está expandindo os negócios no Brasil, na América do Sul e na África. “Estamos investindo na oferta de serviços, projetos e na pré-venda de produtos e soluções. Entregamos a solução como um todo para o mercado, sempre em busca do que os clientes precisam.” Os contatos no SET EXPO foram positivos à companhia, segundo ele. “O início do ano foi difícil, mas as consultas e as demandas estão chegando com a melhora da situação econômica, a migração AM/FM e o desligamento do sinal analógico de TV, que também está tirando o mercado de sua zona de conforto”, acrescentou.