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SET e TRINTA: O HDR na captação de imagem

Erick Soares, engenheiro de Suporte a Vendas da Sony Brasil, explicou a diferença entre espaço de cor e HDR em sua palestra no SET e Trinta 2016 e afirmou que os broadcasters têm de “pensar na qualidade, mas também, no espectro de corRec.2020 com uma riqueza de preservação maior, que, associada ao HDR, aumenta o volume de cor e a sensação de realidade”.

O desafio é “garantir a preservação do HDR em toda a cadeia de produção e, com ela, garantir o range dinâmico que o olho humano pode enxergar”, destacou o representante da Sony.

“Hoje, as câmeras trabalham em até 14 stop e, por isso, a mudança na captação é drástica. Agora, é preciso ter dispositivos que possam colocar na tela o que a captação de imagem possui. Precisamos pensar na cadeia de produção e em como transmitimos, ou seja, em como preservamos a cor”, completou Soares, afirmando que objetivo é o range dinâmico.

O palestrante alertou, também, que o que muda é o sistema de SRD, porque a imagem foi optimizada para a faixa de luz da tela. Precisamos “aumentar a luminância do dispositivo. No HDR temos de ter a imagem de princípio ao fim (9,00) com luminosidade preservada e sem compressão”, ponderou.

Assim, a grande discussão da indústria está no padrão de transmissão que hoje está moldada para a transmissão SDR. “Estamos discutindo o OETF (SPMTE ST 2084) e EOTF (ITU-R /AIR STD B67) e como são combinadas as curvas de transmissão que tem a ver com como representamos a luz em uma tela”.

Neste contexto, a proposta da Sony é ter uma cadeia completa de produção com um workflowcompleto em 4K HDR BT.2020 S-Log3 para “desta forma preservar a cadeia de produção e nela o HDR que é o grande diferencial da tecnologia atual”, concluiu Erick Soares.

Fonte: https://revistadaset.com/2016/04/20/set-e-trinta-o-hdr-na-captacao-de-imagem/