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Digilab e Embratel lançam soluções inovadoras para o mercado de TV

Digilab

Até 2021, o mercado de mídia e entretenimento deve gerar US$ 2,23 trilhões, um crescimento de 4,2% ao ano. Só no Brasil, estima-se que o faturamento possa chegar a US$ 43,7 bilhões nesse período, segundo a 19º edição da Pesquisa Global de Entretenimento e Mídia 2018-2022, feita pela PwC. Pensando nessas transformações, e na importante oportunidade de negócio, uma das maiores empresas de telecomunicações do país, a Embratel, uniu-se à Digilab, empresa especializada no desenvolvimento de soluções para exibição de vídeo com mais de 20 anos de mercado. O objetivo é oferecer produtos baseados em Nuvem, uma forte tendência do segmento.

É a primeira vez que duas empresas nacionais unem-se para oferecer produtos desse tipo. No lançamento, que ocorre durante a SET Expo no mês de agosto, em São Paulo, já poderão ser conhecidos dois exemplos do que será uma gama de produtos: Cloud Playout e Transcoder.

O Playout é o equipamento que serve para gerenciar as mídias que vão ao ar. Assim como em uma playlist de músicas, nele é organizada a ordem na qual os vídeos entram no ar durante a programação. Já o transcoder é o equipamento responsável por converter os arquivos ou streaming de vídeo em formatos amigáveis para ser transmitido/exibido em múltiplas taxas e plataformas, fundamental quando há distribuição de vídeos para a internet.

A Digilab foi a escolhida pela Embratel para a parceria pois, além da expertise e experiência de mercado, possui soluções locais desse tipo em TVs públicas e privadas em praticamente todos os estados brasileiros, com clientes de vários portes. O maior desafio do modelo atual, para as grandes empresas, é a necessidade de uma grande estrutura de operação para essas funções em cada uma das unidades que a emissora possui. Já para as menores, há custos operacionais que costumam pesar no bolso e muitas vezes inviabilizar projetos.

Tanto o Playout, quanto o Transcoder na Nuvem permitem que emissoras de TV operem seus canais de forma totalmente remota. Por não necessitarem de servidores locais, dispensam grandes estruturas físicas e representam uma economia considerável em relação a equipamentos e pessoas. Além disso, por estarem em um servidor na Nuvem, as playlists geradas podem ser acessadas de qualquer lugar, o que traz mais dinamismo e mobilidade para empresas com múltiplas unidades e permite a criação de uma central que gerencie de forma personalizada diversos tipos de programação.

Outra vantagem do modelo de transmissão de dados baseado na Nuvem é a possibilidade de contratação como SAAS (Software as a Service). Nesse tipo de relação comercial a responsabilidade pela manutenção dos servidores remotos e atualização do sistema torna-se da empresa contratada e não mais uma atribuição interna. Ou seja, a emissora paga de forma periódica e usa como um serviço terceirizado. Além de poder cobrar pela qualidade, isenta-se da responsabilidade de comprar novos equipamentos à medida que a tecnologia evolui, já que o próprio software tem atualizações conforme necessário.

É seguro migrar Softwares de TV para a Nuvem?

Um dos maiores receios do mercado quando o assunto é tecnologia na Nuvem diz respeito a segurança. Ainda há apreensão em relação à integridade da transmissão de dados, por exemplo. No entanto, essa possibilidade torna-se remota se pensarmos que a Embratel é responsável por grande parte do tráfego da rede mundial no Brasil, com cabos de fibra óptica capazes de transportar dados de forma dedicada, garantindo a total confiabilidade das informações geradas.

Migrar serviços para a Nuvem é uma tendência mundial, não só nas empresas de TV, mas também em outros mercados. É o que aponta a Pesquisa Global de Software de 2018: Gerenciamento de Software: Imperativo para a Segurança, Oportunidade de Negócios, da BSA|The Software Alliance. Segundo os resultados da pesquisa, a Nuvem destaca-se como uma das tecnologias mais transformadoras da atualidade, pois permite que tecnologias antes acessadas somente por grandes organizações estejam ao alcance de mais pessoas. Estima-se que a Nuvem ofereça 22% da funcionalidade dos softwares em todo o mundo.

Caso tenha interesse em saber mais sobre a parceria e sobre as soluções baseadas em Nuvem ofertadas pela Digilab e Embratel, visite o stand da empresa na SET EXPO 2018, na Rua C, Corredor 7, ou entre em contato.