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Revista da SET – n.134

Ano XXIII - nº 134

Julho 2013

EDITORIAL

Nº 134 – Julho 2013

Para quem trabalha com tecnologia de televisão, seja na produção audiovisual seja na radiodifusão, o supra sumo da realização profissional é estar envolvido em uma grande transmissão. Claro que o dia-a-dia muitas vezes é feito de pequenos eventos, filmagens básicas e o arroz com feijão do trabalho de uma emissora, mas a grande motivação, o grande desafio, é colocar-se para exercer sua função em condições de exigência diferentes das “CNTP”.
Existem diferentes formas de se embrenhar nisso. A mais comum delas é trabalhar em um ambiente de altíssimas exigências, onde a tecnologia de última geração é testada e dezenas de milhões de espectadores estão acompanhando as imagens do outro lado da tela. E foi exatamente assim o trabalho das equipes técnicas na transmissão da Copa das Confederações 2013.
Ocorrida em seis diferentes cidades-sede brasileiras, o torneio dos campeões de futebol da FIFA é tido como uma etapa de “testes” para o evento principal, que ocorre em 2014. Nele são colocados à prova os novos estádios, a infraestrutura das cidades, a segurança nos jogos e, principalmente, os trabalhos dos broadcasters.
Centenas de técnicos e engenheiros de todas as partes do mundo desembarcaram no Brasil durante as três semanas que durou o torneio para garantir a exibição dos jogos no “Padrão FIFA”. Um verdadeiro balé de técnicas e tecnologias desfilado nos bastidores de cada estádio. Para acompanhar tudo de perto, e trazer ao nosso leitor um pouco da sensação de magnitude dos bastidores dos jogos da FIFA, nosso time de reportagem esteve presente na parte de engenharia de dois jogos. Na primeira ocasião, visitamos Salvador, para mostrar os bastidores do trabalho da HBS, empresa controlada pela FIFA que faz a gerência de toda a parte técnica dos eventos.
Nossa segunda empreitada foi em Belo Horizonte, onde acompanhamos todos os testes de transmissão da tecnologia 4K que estavam sendo realizados neste evento. Com o sucesso desta ação, espera-se que em 2014 já tenhamos uma copa do mundo transmitida neste formato.

No fim do mundo
Outra forma de colocar-se à mercê dos desafios, é trabalhar em situações de extremos inóspitos para transmitir fenômenos da natureza. Foi o caso da Equipe da SP Telefilm, que foi contratada pela TV estatal chinesa para fazer um documentário ao vivo sobre o fenômeno da Pororoca, no Amapá. Foram duas semanas de trabalho, literalmente no meio da floresta amazônica, com recursos contados nos dedos e muito trabalho de criatividade. Os resultados você confere também nesta edição da revista.

Parte técnica
Nesta edição voltamos a publicar a série de artigos sobre SFN (Redes de Frequência Única) que tiveram uma pausa na edição anterior. Tratase da segunda parte (de três) e está cheio de ricas informações para profissionais. Começamos também, a partir deste número, a publicar uma série de artigos sobre o uso de tecnologia de LED para a iluminação de SETs de filmagem. Devemos prosseguir diversos meses com este tema, abordando desde os princípios técnicos, até a prática em si.

Boa Leitura.

Olímpio José Franco
Presidente da SET

SUMÁRIO

CCTV transmite ao vivo a Pororoca para 1 bilhão de espectadores

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FÓRUM INTERNACIONAL DE TV DIGITAL

Representante do governo brasileiro lidera Fórum Internacional de TV Digital

HSB no Brasil

A cobertura da Copa das Confederações 2013 no padrão FIFA

COPA EM 4K

Evento serve de laboratório para testes com tecnologia 4K

PRODUÇÃO NACIONAL

SP Filmes poderá nascer na Prefeitura de São Paulo

ACÚSTICA

O peso do som

SFN PARTE 2

Redes de Frequência Única

ILUMINAÇÃO

A construção do cenário
para a Revolução dos LEDs

HBS no Brasil

Testes e etiquetagem de equipamentos durante a Copa das Confederações

GINGA.BR.LABS

Divulgado resultado preliminar de emissoras selecionadas

RÁDIO DIGITAL

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SISTEMA DIGITAL PÚBLICO

Presidente da EBC defende investimento em sistema digital público

RÁDIOS COMUNITÁRIAS

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FUTURO DA TV ABERTA

TV por Assinatura VS TV Aberta