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Arquivos e fluxos, tendências do mercado broadcast

A segunda palestra da manhã desta quarta-feira, 25 de novembro no SET Sudeste 2015, que se realiza no auditório do Bolsa do Valores do Rio de Janeiro, foi proferida por Fabio Tsuzuki (MediaPortal) e José Olairson (Videodata).

Dinâmica e didática, a palestra “fluxos de arquivo: descrição, operação, recursos necessários, demandas emergenciais, e outros itens” avançou para a operação, recursos necessários, demandas emergenciais, e outros itens que podem ser utilizados nos fluxos de arquivos.

Eles colocaram na capital fluminense exemplos práticos para descrever fluxos de arquivos e trabalharam conceitos, para eles fundamentais, como a infraestrutura necessária para ter fluxos contínuos de arquivos em operação.

Os palestrantes definirão os diferentes tipos de storages (arquivamento) e infraestrutura dedicadas; como colocar fluxos de arquivos em operação; como atender a demandas emergenciais; e que fazer quando existe uma carga operacional em processamento.

Em termos de storages avançaram para sistemas de convergência de conteúdo com diferentes finalidades como, por exemplo, edições que precisam de alto desempenho (throughput) para atender a várias ilhas simultaneamente. No caso do edit-in-place estes são proprietários; no push-pull pode ser usado padrões de TI; storage para exibição independente de marca, padrões de TI trabalham nas emissoras; e storage para arquivamento.

Outro tema analisado foi a virtualização de servidores, e o Software Defined Storage, que trabalha como uma emulação da soma de todos os discos físicos, através da representação de um único disco para o sistema operacional.

Assim, em um mundo em convergência e com o avanço de sistemas virtualizados, os palestrantes afirmaram que com estes se otimiza o uso da infraestrutura, do uso de licenças, dohardware, e se adotam padrões de mercado, o que “baixa os custos”.

Para fechar a palestra, eles comentaram as principais tendências e vantagens da utilização da nuvem na indústria e quais poderiam seus principais benefícios na hora de utiliza-las, devido ao seu acesso global em um ambiente altamente escalável. Mas, neste ponto, a maior dificuldade é a quebra de conceito de uso, com dificuldade de gerenciamento de grandes infraestruturas, e como “o broadcaster muda seu conceito para armazenar seus conteúdos em locais desconhecidos”.

O SET Sudeste 2015, Seminário de Tecnologia de Broadcast e Novas Mídias Gerenciamento, Produção, Transmissão e Distribuição de Conteúdo Eletrônico Multimídia, se realiza no Auditório da Bolsa do Rio – Centro de Convenções Bolsa do Rio, na Praça XV de Novembro 20, Rio de Janeiro de 24 a 26 de novembro de 2015.

Veja a programação completa do SET Sudeste em:

http://www.set.org.br/eventos_regionais_sudeste.asp?ano=2015

Por Fernando Moura, no Rio de Janeiro