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Validação de conteúdo em um ambiente de fluxos digitais

A indústria atual caminha para um mundo global onde o mundo broadcast já não é só TV senão que envolve diversas tecnologias para trabalhar em prol do futuro

Eliésio Silva Junior (Videodata/Tektronik) tentou mostrar a plateia como distribuir e optimizar ferramentas de medidas em plantas digitais. Para ele, hoje é preciso que os profissionais da indústria tenham controle desde a captação e ingest de conteúdos em banda base, passando pelos workflows sem fita, até a chegada ao expectador, “é fundamental garantir a preservação da qualidade em cada etapa do processo”.

Para isso, disse ele, “é necessário o uso de ferramentas e métricas adequadas, que permitam a identificação e imediata solução de problemas”. A apresentação abordou as mais recentes ferramentas de análise de sinais em banda base, as soluções de controle de qualidade de arquivos de mídia e correção de Loudness, e a monitoração de infraestrutura de transporte de vídeo comprimido para contribuição e distribuição de sinais.“

O futuro no mundo broadcast precisa ter como parceiros empresas que trabalhem com uma visão de workflow e de plataformas, já não há uma visão individual, mas sim uma visão macro que vai da criação do conteúdo até a emissão e recepção”.

Assim, duas filosofias de trabalho são fundamentais na indústria atual, estas são segundo Silva, QoS e QoE, além da banda base de vídeo que “é a base da qualidade do vídeo”.

Eliésio Silva Júnior explicou aos presentes que o futuro “da indústria passa por estruturas IP, e esse processo já esta sendo desenvolvido, mas temos sempre que pensar que o mundo digital com infra-estruturas broadcast é necessário estar muito atento a possíveis gargalhos para os quais é preciso mudar o perfil dos profissionais que trabalham nas emissoras. De fato, todos os engenheiros de broadcast precisam ter conhecimento de TI, ou seja, precisa surgir profissionais que conheçam os dois mundos com conhecimentos do mundo broadcast e de TI”.

E mais, disse Silva, o mundo broadcast e os seus engenheiros que precisam “saber de como trabalhar com estruturas muito condensadas por meio de workflows que sejam gerenciados e verificados com tecnologias dedicadas”.

O executivo afirmou no fim da sua palestra que no futuro as infra-estruturas serão em IP, mas “que haverá um espaço de transição onde haverá um mix de SDI como IP. Precisamos criar um novo profissional de broadcast que possa trabalhar em este novo mundo, um mundo que cada vez é mais digital”. De todas formas, segundo Eliésio Silva, o SDI terá ainda uma sobrevivência de alguns anos, mas o futuro é “o IP”.

 

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O Congresso conta com a parceria Institucional da Fundação Rede Amazônica, e é uma realização: SET – http://www.set.org.br

A Revista da SET realizará a cobertura ao vivo do evento em : www.revistadaset.com

Data: 5 e 6 de novembro de 2014

Horário: 9 a 18H.

Local: Studio 5 Centro de Convenções. Av. Rodrigo Otávio, 3.555 – Distrito Industrial – Manaus – AM

 

Por Fernando Moura, em Manaus