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Valor do conteúdo ao vivo nos Jogos Olímpicos

Alberto Santana (Snell Advanced Media/SAM) abordou, no Auditório da FIEC, os “Hot Topics do Mercado: Virtualização, 4K, SDI para IP e Olímpiadas 2016”. O representante da SAM analisou a forma como hardwares COTS são utilizados para a produção de vídeo ao vivo baseado em IP e aplicativos virtualizados que suportam os requisitos crescentes de transmissão de TV.

Alberto Santana (SAM) explicou que as demandas estão mudando e, com isso, é necessário desenvolver estratégias e novas formas de automação de conteúdos e de tráfico de dados

Alberto Santana (SAM) explicou que as demandas estão mudando e, com isso, é necessário desenvolver estratégias e novas formas de automação de conteúdos e de tráfico de dados

Para ele, “estas novas tecnologias oferecem soluções escaláveis para expandir a quantidade de canais, prevendo um futuro à prova de SD, HD e 4K” e vislumbrando como as mudanças no consumo de vídeo têm mudado as formas de “produção de conteúdo audiovisual” com cada dia maior demanda de “qualidade e conteúdos exclusivos”.

O executivo explicou que as demandas estão mudando e, com isso, é necessário desenvolver estratégias e novas formas de automação de conteúdos e de tráfico de dados “porque, hoje, independentemente do formato, o que importa é que eles possam ser interoperáveis”.
Antes de encerrar a sua apresentação, Santana explicou como a Globosat, a ESPN Brasil, a TV Bandeirantes e a FOX Sports utilizaram equipamentos da SAM durante os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Abel Souza, (SES), ministrou a palestra “novas aplicações e utilização do satélite para os Jogos Olímpicos 2016”, na qual mostrou desenvolvimentos para TV via satélite da SES e apresentou como a companhia está preparada para oferecer suporte à clientes e parceiros na cobertura de grandes eventos.

Souza disse que uma das principais vantagens do satélite é o fato de a sua distribuição ser total. “Em alguns casos, [o satélite] cobre 100% do território do país, e tem um custo fixo, sendo para um ou para milhões de receptores.”

“Para que o satélite se mantenha relevante, é preciso desenvolver serviços e tecnologias novas que gerem valor ao satélite. Um desses desenvolvimentos é a possibilidade de realizar multitelas via satélite utilizando a tecnologia SAT>IP onde é possível, através de um sinal de satélite em DTH, permitir que vários usuários de uma residência possam consumir diferentes conteúdos em simultâneo”, argumentou o Business Director da SES para América Latina.

Outra tecnologia analisada foi o CDN Satelital, que permite, mediante um custo fixo, realizar uma distribuição de sinais que, uma vez recebidos, serão distribuídos por CDNs locais. O palestrante também destacou o Liquid VoD, uma solução de Video on Demand (VoD) que é distribuído via satélite, um serviço que não precisa de Internet, apenas uma antena receptora.

Finalmente, ele mostrou como os satélites NSS-806 e o SES-4 permitiram, durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, que fossem utilizadas 23 mil horas de transmissão com 280 MHz total contratados e com uma audiência global de mais de 4 bilhões de telespectadores.