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IBC celebra os seus primeiros 50 anos olhando para o futuro do broadcast

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A edição do 50° aniversário do IBC, em Amsterdã, mostrou o que parece ficar mais claro: a indústria audiovisual e, essencialmente, os players tecnológicos estão se transformando em provedores de serviços e o investimento será cada vez menor em Capex e maior em Opex

por Fernando Moura, em Amsterdã

 

A capital da Holanda, Amsterdã, recebeu um número recorde de profissionais do mundo audiovisual para a 50a edição do IBC, o segundo maior evento de engenharia de televisão do globo. Em 2017, foram 57.669 os visitantes chegados de mais de 170 países que caminharam os 15 pavilhões do Centro de Exposições RAI, durante os seis dias do evento.

No evento foi possível ver soluções para todo o ecossistema audiovisual que claramente está em expansão – foram mais de 1700 as empresas expositoras – com tecnologias que incluíram a Social TV, OTT, VR, AR, Cloud, IP, Bots e 5G, e até encontrar robôs com inteligência artificial.

Entre as palestras do Congresso foi possível vislumbrar que os principais caminhos do audiovisual no mundo passam pela convergência de mídias e tecnologia, onde será necessário criar e redescobrir não só novas narrativas, mas também tecnologias de produção. Assim, parece que a tecnologia continua sendo fundamental, mas cada vez mais o consumidor tem importância e até relevância no processo. E não só, “em 2020, 95% do conteúdo produzido deve estar online”, afirmam alguns estudos apresentados em Amsterdã.