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Bitmovin anunciou que está desenvolvendo o novo H266

Empresa com sede na Áustria e nos Estados Unidos aposta em software para soluções de problemas complexos com soluções para nuvem nativa

A Bitmovin apresentou uma série de soluções de vídeo para realização de playout, codificação e análises de tráfego e conteúdos. Ainda destaque para o lançamento de uma nova codificação com Inteligência Artificial (AI), “acelerando drasticamente o processamento e permitindo que os provedores de serviços forneçam melhorias significativas na qualidade do vídeo”.

Stefan Lederer, CEO da companhia, disse que o foco da empresa é o transporte de vídeo. “Porque sabemos que para os clientes é fundamental que os provedores de conteúdo levem, de forma segura e simples, o conteúdo até o consumidor final”

A nova codificação apresentada envolve a realização de uma análise detalhada de todos os vídeos antes que a codificação seja iniciada. A tecnologia de codificação com alimentação AI da Bitmovin funciona, segundo explicou Stefan Lederer, CEO da companhia, à reportagem da Revista da SET, aprendendo continuamente os parâmetros usados nas codificações anteriores, “para que possa aplicar configurações otimizadas para AI a cada novo arquivo de vídeo. Ao enriquecer seu software de codificação em formato de contêiner (que permite que o vídeo seja dividido em partes para codificação mais eficiente) com recursos de machine learning, para atingir menos tempos de processamento e qualidade significativamente maior sem aumentar a largura de banda”.

Os executivos para Brasil e América Latina anunciaram à Revista da SET que a empresa desenvolve na Áustria uma nova codificação H266, um padrão de compressão que permitirá trafegar 4K e 8K

Em coletiva à imprensa, a companhia demonstrou o que chama de “a evolução da entrega de vídeo online”, com soluções de nuvem nativa que permite que o usuário desenvolva funcionalidades especificas dependendo das suas necessidades.

Segundo Stefan Lederer, “hoje mais de 250 clientes no mundo utilizam os nossos serviços, com companhias como a Disney, Televisa, FKI, RTL, The New York Times, Nokia, SES, Twitter, entre muitas outras”. Isso porque, segundo o executivo, o que “importa é desenvolver a aplicação independentemente do cenário e segundo as suas necessidades com segurança e robustez”.

”Nosso foco é o transporte de vídeo”, disse Lederer, e comentou que “é fundamental que os provedores de conteúdo levem, de forma segura e simples, o conteúdo até o consumidor final”.

A empresa apresentou ainda novidades em soluções de machine learning que trabalham com “encoding” e pretendem otimizar o processo que vai desde o input até o ABR encoded content”, com “um melhor rate control”. Para isso, a companhia lançou o Bitmovin Player V8, uma solução modular “adaptável à necessidade do cliente” que “terá um 75% de corte no tamanho de banda utilizado e poderá reduzir o tamanho do HTML em segundos”.