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16 x 9

Os displays deTV digital têm a proporção de 16×9, que é similar à das telas de cinema. São mais amplos, mais largos, confortáveis e proporcionais à vista humana do que televisores atuais, nos quais as telas têm a proporção de 4×3.

3:2 pull-down

É um método usado para converter 24fps (quadros por segundo) de filme em 30fps (60 campos) de 525 linhas de TV, de forma que um quadro de filme ocupe três campos de TV, o próximo dois, etc. Isto significa que dois campos de cada quadro de TV são provenientes de diferentes quadros de filmes, tornando operações tais como rotoscoping (Técnica de Animação com imagens de ação ao vivo) impossíveis, e requerendo cuidados na edição. Alguns equipamentos sofisticados podem desmanchar a seqüência 3:2 para permitir o tratamento quadro a quadro e depois recompor o 3:2. A seqüência 3:2 repete a cada cinco quadros de TV e quatro de filme, o último identificado como A, B, C e D. Somente o quadro de filme A é completamente copiado em um quadro de TV e assim só existe em um time code, fazendo do A o ponto editável da seqüência de vídeo.

4:1:1

É um conjunto de freqüências de amostragem na taxa 4:1:1, usado para digitalizar as componentes de luminância e de diferença de cor (Y, R-Y, B-Y) de um sinal de vídeo. O número quatro representa 13,5 MHz, a freqüência de amostragem de Y, e cada número um representa 3,75 MHz para R-Y e para B-Y. Com a informação de cor amostrada na metade da taxa do sistema 4:2:2, é geralmente usado como uma forma mais econômica de amostragem para formatos de imagem de 525 linhas. Tanto a luminância quanto as diferenças de cor são amostradas em cada linha. Mas os sinais diferença de cor têm metade da resolução horizontal do 4:2:2, enquanto a resolução vertical da informação de cor é mantida. Para imagens de 525 linhas, isto significa que a resolução de cor é razoavelmente igual nas direções vertical e horizontal.

4:2:0

É um sistema de amostragem usado para digitalizar as componentes de luminância e de diferença de cor (Y, R-Y, B-Y) de um sinal de vídeo. O número quatro representa amostragem de freqüência de 13,5 MHz de Y, enquanto o R-Y e o B-Y são amostrados em 6,75 MHz – efetivamente entre linhas alternadas (uma linha é amostrada em 4:0:0, só para luminância e a próxima em 4:2:2). Isto é geralmente usado como um sistema mais econômico do que o 4:2:2 para formatos de 625 linhas, de modo que os sinais de cor tem razoavelmente a mesma resolução nas direções vertical e horizontal.

4:2:2

É uma técnica usada normalmente para um formato de vídeo digital componente. É a taxa de amostragem de freqüências usadas para digitalizar as componentes de luminância e diferença de cor ( Y, R-Y, B-Y) de um sinal de vídeo. É geralmente usada como abreviatura para ITU_R 601. Nessa técnica, para cada quatro amostras de Y, há duas de R-Y e de B-Y, dando mais largura de banda de crominância em relação a luminância, quando comparada com a amostragem 4:1:1.

4:2:2:4

É o mesmo que o 4:2:2, mas com a adição de um canal de Key que é amostrado quatro vezes para cada quatro amostras do canal de luminância.

4:4:4

Similar ao 4:2:2, exceto que para cada quatro amostras de luminância, os canais de cor também são amostrados quatro vezes.

4:4:4:4

Similar ao 4:2:2:4, exceto que para cada quatro amostras de luminância, os canais de cor e de Key também são amostrados quatro vezes.

48sF – 48 quadros segmentados – 48 segmented frames

É o processo de trabalhar com 24 quadros de imagens progressivas e decompô-las para produzir 48 quadros entrelaçados, cada um com metade do número de linhas de resolução para permitir que alguns processadores de HDTV passem com o sinal e para simples observação em um monitor entrelaçado, mas sem flicker

4fsc – quatro vezes a freqüência da sub-portadora de cor(SC – subcarrier)

A taxa de amostragem de um sinal de vídeo digital D2 em relação a freqüência da sub-portadora de um sinal de vídeo analógico NTSC ou PAL. A freqüência 4fsc é igual a 14,3 MHz no NTSC e 17,7 MHz no PAL.

5:1

Um tipo de som surround. São usados seis canais de áudio discretos: esquerdo, central e direito à frente; atrás esquerdo e direito; e um subwoofer (considerado “ 0.1” porque a sua largura de banda é 10% dos outros canais).

8-VSB

É a modulação usada no sistema americano ATSC. Utiliza apenas uma portadora para que os bits sejam transmitidos para os receptores dentro da área de cobertura do canal. São 8 níveis discretos de amplitude ou 3 bits/símbolo.

ABERT/SET, Grupo

Grupo criado em 1994 pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (ABERT) e pela Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão e Telecomunicações (SET) para estudar os padrões de TV digital existentes, seu desenvolvimento e sua implantação com diversos países. Entre 1999 e 2000, realizou milhares de horas de testes, em campo e em laboratório, para avaliar o desempenho, as vantagens e as desvantagens de cada sistema. Os resultados dos testes foram entregues à Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) em maio de 2000 e serviram como importante ferramenta para o relatório encomendado pela agência ao CPqD.

Acesso Condicional – Conditional access

Procedimento usado por emissoras para controlar o acesso a seus produtos, através de uso de cartões de acesso ou codificação. Os sinais de Televisão Digital podem ser embaralhados de modo que não possam ser entendidos por um decoder convencional. Por conseguinte, o usuário só poderá ver as imagens originais quando elas forem desembaralhadas por um sistema especial. A emissora pode controlar o acesso a um canal ou serviço específico, através da operação do sistema de desembaralhar os sinais, com o uso de cartão de acesso pré-pago ou com um código transmitido. O acesso condicional pode ser usado para controlar desde a assinatura pay-per-view até programas com público alvo específico.

Acesso Condicional – Conditional access

Procedimento usado por emissoras para controlar o acesso a seus produtos, através de uso de cartões de acesso ou codificação. Os sinais de Televisão Digital podem ser embaralhados de modo que não possam ser entendidos por um decoder convencional. Por conseguinte, o usuário só poderá ver as imagens originais quando elas forem desembaralhadas por um sistema especial. A emissora pode controlar o acesso a um canal ou serviço específico, através da operação do sistema de desembaralhar os sinais, com o uso de cartão de acesso pré-pago ou com um código transmitido. O acesso condicional pode ser usado para controlar desde a assinatura pay-per-view até programas com público alvo específico.

ADC (A-D, A/D, A-to-D) – Conversão de analógico para digital – Analog to Digital Conversion

Conversão de analógico para digital. Também denominada digitalização ou quantização. É a conversão de um sinal analógico na representação digital de dados deste sinal – normalmente para uso subseqüente em uma máquina digital. Para TV, são feitas amostras de áudio e vídeo e a precisão do processo depende tanto da freqüência de amostragem como da resolução da informação da amplitude analógica – quantos bits são usados para descrever os níveis analógicos. Normalmente, para imagens de TV são usados 8 ou 10-bits; para som são comuns 16 ou 20-bits e estão sendo introduzidos 24-bits. O padrão ITU-R 601 define a amostragem dos componentes de vídeo baseado em 13,5 MHz e AES/EBU define amostragens de 44,1 e 48 kHz para áudio. Para imagens, as amostras são denominadas pixels, cada um contendo dados de brilho e cor (brightness and color).

AES/EBU

Nome informal para o padrão de áudio digital estabelecido pelas organizações AES e EBU. A amostragem de freqüências para este padrão varia dependendo do formato que está sendo usado; a freqüência de amostragem para trilhas de áudio nos formatos D1 e D2 é de 48 kHz.

AIF – Arquivo intercambiável de áudio – Audio Interchange File

Formato de arquivo de áudio, desenvolvido pela Apple Computer para armazenar amostras de alta qualidade de informações de som e de instrumentos musicais. Os arquivos AIF estão em um formato popular para transferências entre Macintosh e PC.

Algoritmo – Algorithm

Uma formula ou conjunto de passos usados para simplificar, modificar e predizer dados. Algoritmos complexos são usados para seletivamente reduzir as altas taxas de dados de áudio e de vídeo digital. Estes algoritmos utilizam conhecimentos fisiológicos da audição e visão. Por exemplo, podemos resolver detalhes finos em uma cena parada, mas a nossa visão não pode resolver com o mesmo detalhe em uma cena em movimento. Usando o conhecimento destas limitações, os algoritmos são formulados seletivamente para reduzir a taxa de dados sem afetar a experiência de ver.

Aliasing

Defeitos ou distorção em uma imagem de televisão. No vídeo analógico, aliasing é tipicamente causado pela interferência entre duas freqüências tais como as freqüências de luminância e de crominância, ou entre essa e a de varredura do campo. Aparece como moiré (um tipo de tecido parecido com seda e de alta refletância) ou um padrão parecido com espinha de peixe (linhas retas que começam a ondular ou difração das cores formando arco-íris) No vídeo digital, o aliasing é causado por amostragem insuficiente ou filtragem pobre de vídeo digital. Os defeitos são tipicamente vistos como bordas irregulares em linhas diagonais e tremulando ou brilhando (batimento) no detalhe da imagem.

Anti-aliasing

A atenuação e remoção de efeitos aliasing por filtragem e outras técnicas. A maioria, mas não todos, dos DVEs e Geradores de Caracteres contem circuitos anti-aliasing.

Armanezador de bits – Bit bucket

qualquer dispositivo capaz de armazenar dados digitais: vídeo, áudio ou outros tipos de dados.

Artefatos – Artifacts

Elementos indesejáveis ou defeitos em uma imagem de vídeo. Eles podem ocorrer naturalmente no processamento de vídeo e tem de ser eliminados de modo a alcançar uma imagem de alta qualidade. Os mais comuns em analógico são cross de cor e cross de luminância. Em digital, os mais comuns são os macroblocos, que fazem a imagem parecer um conjunto aleatório de pixels.

ASCII

Padrão de Codificação Americano para Intercâmbio de Informações. Um padrão para transmissão de dados, consistindo de 128 letras, números, símbolos e códigos especiais, cada um deles é representado por um único número binário.

ASIC – Circuito Integrado para Aplicação Específica – Application specific integrated circuit

Circuito Integrado para Aplicação Específica. Um circuito integrado projetado para uma razão especial mais do que para aplicações gerais. Pode-se falar Chip Dedicado.

Assíncrono – Asynchronous

Sem sincronismo. No vídeo, um sinal é assíncrono quando seu timing difere da referência local. Um sinal de vídeo externo é assíncrono antes de ser referenciado pelo Frame Syncronizer Local (o relógio do sistema ).

ATM – Modo de transferência assíncrono – Asynchronous Transfer Mode

Um esquema de transmissão de dados usando pacotes auto-roteáveis de 53 bytes, 48 dos quais são dados de informação. 25, 155 e 622 Mbps são velocidades típicas, sendo que a maior pode ser usada para transportar vídeo ITU-R 601, não comprimido como arquivo de dados.

ATSC – Advanced Television System Committee

Padrão americano de TV digital. Foi o primeiro sistema a ser desenvolvido e tem como principal aplicação a TV de alta-definição (HDTV). É o único padrão a usar a modulação 8-VSB.

ATV: Televisão Avançada – Advanced television

A Televisão Digital, incluindo padrão, versões melhoradas e de alta definição.

Autotiming

Capacidade de alguns equipamentos de vídeo para ajustar automaticamente o timing do vídeo de entrada com a referência local. Elimina ajustes manuais.

AVO: Audiovisual – Audiovisual object

Em MPEG-4, os objetos audiovisuais (também objetos AV) são as mídias individuais, objetos de uma cena – tais como objetos de vídeo, imagens e objetos 3D. Os AVs tem uma dimensão de tempo. Tem também um sistema de coordenadas local para manipulação, de modo que os AVs são posicionados em uma cena, pela transformação do sistema de coordenada do local do objeto em um único sistema global de coordenadas da cena.

AVI: entrelaçamento de áudio e vídeo – Audio video interleaving

O formato de arquivo do vídeo para windows, da Microsoft, para combinar vídeo e áudio em um único bloco em um tempo igual a 1/30 do quadro de vídeo. Neste formato de arquivo, blocos de dados de áudio são intercalados nos streams dos quadros de vídeo. ASF pretende substituir o AVI.

Banda – Band

nome que designa uma delimitada faixa de freqüências no espectro eletromagnético. As autoridades que regulamentam as Telecomunicações reservam uma banda para cada tipo de serviços, de modo a evitar interferências entre os sinais.

Banda-base – Baseband

Área de freqüência original de um sinal, antes de sua conversão em outra banda mais alta e eficiente. 2)Técnica de processamento de sinal, na qual o sinal é transmitido em seu formato original e não muda pela modulação. As Redes Locais (LAN), como um todo, são classificadas em duas categorias: banda base e banda larga. As redes de banda base são mais simples e baratas, a largura de banda total de uma LAN a cabo é usada para transmitir um único sinal digital. Na rede de banda larga, a capacidade do cabo é dividida em vários canais, os quais podem transmitir simultaneamente muitos sinais. As redes de banda larga podem transmitir uma mistura de sinais analógicos e digitais, como, por exemplo, nas redes híbridas (fibra/cabo coaxial) para televisão interativa.

BCD – decimal codificado em binário – Binary coded decimal

É um sistema de codificação no qual cada algarismo decimal (0 a 9) é representado por quatro dígitos binários (0 ou 1).

BFTP – Protocolo de transferência de arquivos de Broadcast – Broadcast File Transfer Protocol

É um protocolo de Internet, multicast (de um para muitos) unidirecional, baseado em protocolo de transferência de recursos. O BFTP é um protocolo de transferência de recursos, simples e robusto que é projetado para entregar dados eficientemente em um ambiente unidirecional de transmissão. Este protocolo de transferência é apropriado para IP multicast sobre o intervalo de apagamento vertical da TV (IP sobre VBI), em IP multicast transportado em MPEG-2, como no encapsulamento para múlti-protocolo DVB, ou em outro sistema de transporte unidirecional. Entrega serviços com taxa de bits constante ou serviços de ocasião, dependendo das características e atributos do mutiplexador de transporte do stream ou do dispositivo de inserção no VBI.

Bit deslizante – Bit slippage

1. Ocorre quando uma palavra do quadro é perdida em um sinal serial, de modo que o valor relativo de um bit é incorreto. Geralmente, isto é zerado no próximo sinal serial (TRS-ID para composto e EAV/SAV para componente).
2. É o erro de leitura de uma transmissão serial de bits, quando a fase do pulso de recuperação desvia o suficiente para perder um bit.
3. Um fenômeno que ocorre nos barramentos (aonde os dados chegam) para dados digitais paralelos, quando um ou mais bits se atrasam em relação ao restante. Apresentando como resultado dados errados. A causa mais comum é o uso de cabos de comprimentos diferentes.

Bit em paralelo – Bit parallel

Transmissão de vídeo digital, de um byte por vez, por um cabo condutor múltiplo, onde cada par de fios transporta um único bit. Este padrão é apresentado nas normas SMPTE 125M, EBU 3267-E e ITU-R BT.656 (CCIR 656).

Bit em série – Bit serial

Transmissão de vídeo digital, de um bit por vez, por um único condutor, por exemplo, um cabo coaxial. Também pode ser enviado através de fibra óptica. Este padrão é apresentado nas normas ITU-R BT.656 (CCIR 656) .

BMP – BitMaP

Formato de imagem em mapa de bits (sem compressão). È um arranjo de pixels, em 2-D, representando vídeo e gráficos. É muito usado para troca de arquivos na Internet .

BPSK – comutação bi-fase – Biphase shift keying

É uma técnica de modulação digital em freqüência, usada para enviar dados através de uma rede de cabos coaxiais. Este tipo de modulação é menos eficiente – mas também menos suscetível a ruído – do que as técnicas de modulação similares, tais como QPSK e 64QAM .

Broadband

1. Apresenta uma resposta plana para uma larga faixa de freqüências.
2. A capacidade de operar freqüências maiores do que as usadas para comunicações de voz (mais altas do que 4 kHz).

Buffer

1. Circuito ou componente que isola um circuito elétrico do outro.
2. Dispositivo digital de armazenamento usado para compensar a diferença entre a taxa e fluxo de informação ou o tempo de ocorrência de eventos, quando se transmite a informação de um dispositivo para outro. De modo simplificado, pode-se dizer que é uma memória onde é possível ler e escrever com velocidades diferentes.
3. Em telecomunicações, um material protetor usado no cabeamento de fibras ópticas para cobrir e proteger a fibra. Esse material não tem função óptica.
4. Em informática, área da memória alocada para cada dispositivo de entrada/ saída para armazenamento temporário de dados.

Bus address

Um número codificado enviado para ativar um dispositivo, em particular, num barramento de comunicação compartilhado .

Bus Barramento

É o canal ou caminho comum entre vários dispositivos. Um barramento delineia o caminho principal para o sinal onde diversas entradas podem ser conectadas para alimentar uma ou mais saídas. Um barramento é sempre projetado para anexar múltiplos dispositivos, ao contrário das portas seriais que conectam apenas um dispositivo de cada vez.

Canal alfa – Alpha channel

Um valor relativamente transparente. Os valores alfa facilitam a disposição da mídia objeto no topo de cada camada. Em uma estrutura de amostragem digital com quatro sinais (4:2:2:4) o canal alfa é representado pelo último algarismo..

Canal de retorno – Back channel

Um meio para os usuários se comunicarem de volta com os provedores de conteúdo. Ao mesmo tempo em que os provedores de conteúdo estão transmitindo televisão interativa (analógica ou digital) para os usuários, esses podem se conectar, através do canal de retorno, a um site da Web – por exemplo, com o provedor de conteúdo ou o anunciante. O canal de retorno pode ser usado para fornecer realimentação, comprar produtos e serviços, requisitar mais informações, e outras mais. Um tipo comum de canal de retorno é uma conexão de Internet usando um modem.

Capacidade de bits – Bit budget

É a quantidade total de bits disponíveis na mídia que está sendo usada. Em DVD, a capacidade total de um único lado/ única camada do disco DVD5 é atualmente 4,7 GB.

CBR – Taxa constante de bits – Constant bit rate

Refere-se a entrega de multimídia onde há largura de banda dedicada e os dados, podem ser enviados com a garantia de taxa constante de bits. Os MPEG-1e 2 foram projetados para entrega com CBR. A taxa constante de bits não pode ser assegurada na Internet e na maioria das Intranets. Os protocolos tais como RSVP estão sendo desenvolvidos e disponibilizados para garantir as larguras de bandas necessárias.

CCD – Dispositivo acoplado por carga – Charge coupled device

Dispositivo que armazena amostras de sinais analógicos. É usado em câmeras e telecines como um mecanismo óptico de varredura. As vantagens do uso do CCD são a alta sensibilidade em iluminação reduzida e a ausência de “queima” e retardo do fósforo, que ocorre nos tubos de raios catódicos.

CCI – Interferência por co-canal – Charge coupled device

É a interferência de um sinal no mesmo canal.

Checksum

Valor usado para assegurar que os dados sejam transmitidos sem erros.Uma simples verificação dos valores em um bloco de dados, calculada pela adição de todos os bytes do bloco. É facilmente enganada por erros típicos em transmissão de dados; portanto para a maioria das aplicações, um sistema mais sofisticado, como o CRC, é escolhido.

Chromakey

É o processo de sobrepor um sinal de vídeo sobre outro; as áreas de sobreposição são definidas por uma gama de cor específica ou de crominância, sobre o sinal de primeiro plano (foreground). Para isto funcionar com confiabilidade, a crominância deve ter suficiente resolução ou largura de banda. Os sistemas de codificação PAL ou NTSC restringem a largura de banda de croma e, portanto são de uso muito limitado para fazer chromakey, o que, por muitos anos, ficou restrito a programas ao vivo usando câmeras com saída RGB. Um objetivo do padrão de amostragem digital ITU-R 601 foi possibilitar cromakey de alta qualidade em pós-produção. O sistema de amostragem 4:2:2 permitiu maior largura de banda para croma do que o PAL e o NTSC. Isso facilita o chromakey, e todo o trabalho de criar as camadas, melhorando a pós-produção. A alta qualidade do sinal ainda é importante e qualquer coisa, mesmo uma compressão muito suave, tende a resultar no aparecimento de erros de comutação – especialmente nos contornos dos blocos da DCT. As técnicas de chromakey continuarão a ser aperfeiçoadas e a utilizar muitos refinamentos, até o ponto onde qualquer composição totalmente convincente, possa ser facilmente criada. Não é mais possível distinguir o primeiro plano (Foreground) do Plano de fundo (Background). A cor mais adequada ao chromakey é o Azul, porque se no primeiro plano estiver uma pessoa (um locutor, por exemplo), a imagem final ficará mais agradável, pois o Azul e a cor da pele (caucasiana) são complementares.

CIF – Formato de Imagem Comum – Common Image Format

É o formato usado para trocar conteúdo por todo o mundo.
1. Para computadores, o tamanho é 352 x 240 pixels.
2. Para alta definição digital, ratificado pela International Telecommunications Union (ITU), em junho de 1999, a estrutura de amostragem digital 1920 x 1080 é um formato mundial. Todos os parâmetros técnicos de suporte relacionados à varredura, colorimetria, características de transferência, etc., são universais.
O CIF pode ser usado com uma variedade de taxas de captura de imagens: 60p, 50p, 30p, 25p, 24p, assim como 60i e 50i. O padrão é identificado como ITU-R BT 709-3.

Clip sheet

Um termo da edição não linear para localização de clips (ou cenas) individuais de áudio/ vídeo.

Clip

1. Na comutação, é o ponto de disparo (trigger) ou a faixa do sinal de chave, onde a troca ou inserção acontecerá. 2. O controle que ajusta uma operação. A fim de produzir um sinal de comutação a partir do sinal de vídeo, um nível de disparo é fixado, no painel de controle de comutação, estabelecendo um nível de limiar com o qual o sinal de vídeo é comparado. 3. Na manipulação de imagens digitais, é um menu de seleção que limpa porções de uma imagem manipulada, saindo de um lado da tela, se encobre para entrar do outro lado.4. Na edição em desktop é um ponteiro que marca a parte do vídeo ou do áudio digitalizado, que servirá como material fonte para edição.

Clock – Relógio ou base de tempo

1) dispositivo de sincronismo interno. Os clocks são usados para sincronização de eventos, tais como acessos à memória, execução de instruções e no sincronismo da transmissão de dados.
2) Em um computador, a CPU usa um cristal de quartzo para gerar um sinal elétrico de freqüência uniforme, a partir do qual os pulsos digitais são criados e usados.
3) A velocidade do clock é medida em hertz, Hz.

Clock jitter

São indesejáveis desvios na fase dos pulsos do clock..

Codec: Codificador – decodificador – Coder-decoder

Um dispositivo que converte sinais analógicos de áudio e de vídeo em formato digital para transmissão em instalações de telecomunicações e também recupera o formato original na saída..

Codificação de canal – Channel coding

É um conjunto de técnicas de codificação e correção de erros, para proteger a integridade dos dados que estão sendo transportados através de um canal. Tipicamente usada em canais com altas taxas de erros de bits, tais como transmissão terrestre, transmissão via satélite e gravação em Vídeo Tape.

Codificação – Coding

1) Processo de organizar as informações em um formato adequado para a transmissão e recepção.
2)É a representação numérica de cada nível de sinal de vídeo, usualmente na forma binária.

COFDM – Codificação por Multiplexação de Freqüências Ortogonais – Coded Orthogonal Frequency Division Multiplexing

É o tipo de modulação usado pelos sistemas europeu – DVB, e Japonês – ISDB. A modulação COFDM usa milhares de portadoras para que os bits sejam transmitidos para os receptores dentro da área de cobertura do canal.

Comissão Federal de Comunicações/EUA (FCC)

Agência governamental, independente, Americana, diretamente responsável por congregar e comandar a regulamentação interestadual e internacional das comunicações via rádio, televisão, telefonia, satélite e cabo, nos EUA. A jurisdição do FCC cobre 50 estados, o Distrito de Columbia e as possessões do EUA.

Compressão – Compression

O processo de colocar um arquivo grande em um espaço que é muitas vezes menor. No caso de vídeo, um método usado para TV Digital é o MPEG-2. Pode ocupar quatro canais inteiros de programação e dados e os comprimir em espaço igual ao ocupado atualmente por um único canal analógico. Um algoritmo adotado para compressão de áudio para TV Digital é AC-3 (No sistema ATSC).

Datacasting

É a transmissão de informações e outros serviços usando o canal da televisão digital. Os broadcasters podem usar seus canais de TV Digital para oferecer serviços ou dados adicionais. Por exemplo, um programa de turismo pode ser transmitido junto com dados onde há informações sobre reservas de hotéis, passeios e transporte. Os telespectadores poderão acessa-las enquanto assistem ao programa. Os professores poderão acessar planos de aulas e materiais de ensino enquanto assistem TV. Esta informação pode aparecer como um menu de escolhas na TV ou na tela do computador, e o telespectador pode ler na tela ou imprimir para referência futura. Um dos maiores benefícios do sistema de transmissão digital é a capacidade de não somente mandar imagens e sons, mas também enviar dados. Dados relacionados com os programas engrandecerão o show de televisão que você assiste atualmente. Por exemplo, um programa de Ciências poderá incluir quebra-cabeças sobre ciências para professores, gráficos de tabelas periódicas, um jogo sobre a estrutura da molécula, clips de áudio com as vozes de vários animais ou qualquer outra coisa que se possa imaginar que possa ser transmitido digitalmente.

Display de tela plana – Flat Screen Display

Telas planas dos receptores de TV, com pequena profundidade parecendo quadros de molduras. Estão substituindo os atuais CRTs que por terem canhão eletrônico, apresentam uma grande profundidade e peso além de não terem a área da imagem completamente plana. Os displays de tela plana usam tecnologia de plasma ou OLEDs e são mais facilmente manuseados que os CRTs.

Display

É a tela de TV. Ao contrário da TV analógica, o display pode ser usado independente do sistema, basta apenas que ele seja acoplado ao receptor do padrão local de transmissão digital. Conceito parecido com o de monitor, utilizado em computadores.

DVB – Digital Vídeo Broadcasting – Padrão europeu de TV digital

Foi desenvolvido depois do americano ATSC, com o intuito de ampliar a competitividade da TV aberta com a TV por assinatura, como DTH (televisão via satélite) e TV a cabo. Sua principal aplicação é a transmissão de múltiplos programas em um só canal. Utiliza a modulação COFDM, também usada no sistema ISDB.

Edição Não Linear – Nonlinear editing

A Edição não linear se distingue por não ter os métodos “lineares” que usam fita. O termo não linear significa não ter de editar o material na seqüência final do programa e não requer a copiagem para fazer a edição. Isto permite que qualquer parte da edição seja acessada e modificada sem se ter de reeditar ou copiar de novo o material que já estiver editado e seguir deste ponto. A edição não linear também não é destrutiva, pois se utiliza hard-disk de computador em vez de vídeo tape. E conhecida como “Tapeless”.

Edição Off-line – Off-line Editing

Um processo de tomada de decisão que, freqüentemente, usa equipamento de baixo custo para produzir um rascunho da “lista de decisão de edição”, que então pode ser utilizada para fazer a versão de alta qualidade do programa. É termo usado na edição linear.

Edição Off-line – Off-line Editing

Um processo de tomada de decisão que, freqüentemente, usa equipamento de baixo custo para produzir um rascunho da “lista de decisão de edição”, que então pode ser utilizada para fazer a versão de alta qualidade do programa. É termo usado na edição linear.

Eixos – Axis

Relacionados à manipulação da imagem digital, o eixo X é uma linha horizontal que corta o centro da cena, o eixo Y é uma linha vertical, e o eixo Z está na terceira dimensão, perpendicular aos eixos X e Y, e indica a profundidade e a distância.

HDTV ou TV de alta definição

A TV digital permite a transmissão de imagens com resolução até seis vezes maior que as das TVs atuais, além de som surround com qualidade de CD. A HDTV tem 1080 linhas de resolução, contra as 480 dos aparelhos atuais.

ISDB – Transmissão Digital de Serviços Integrados

É o padrão japonês de TV digital. Dos três sistemas existentes, foi o último a ser desenvolvido e integra nas suas aplicações a TV de alta definição (HDTV), múltiplas programações, TV móvel e portátil e datacasting. Já foi desenvolvido visando a convergência com outros aparelhos como celulares 3G e computadores de mão, que, para tanto, deverão ser equipados com o chip receptor. Utiliza a modulação COFDM, também usada no sistema DVB.

ITU-R 601, 4:2:2

É o padrão para equipamento digital de estúdio e normalmente os termos “4:2:2” e ”601” são usados como sinônimos (apesar de não ser correto tecnicamente). A amostragem de freqüência para Y é 13,5 MHz e para R-Y e para B-Y é 6,75MHz , fornecendo a largura de banda máxima de 3,37 MHz para crominância, o que é suficiente para fazer cromakey de alta qualidade. O formato especifica oito bits de resolução. Os detalhes completos do padrão estão no ITU-R BT. 601-2.

Largura de banda – Bandwidth

A capacidade de transmissão. Refere-se à largura de um canal através do qual os dados podem ser transmitidos.Canais para TV aberta , sejam analógicos ou digitais, têm 6Mhz de largura de banda. É a soma de espectro disponível para cada licença de telecomunicações. .

Modulação – Modulation

É o processo onde certas características de uma onda eletromagnética (também chamada de portadora) variam de acordo com uma mensagem que se deseja transmitir. Ou seja, o termo técnico que descreve a maneira que a informação é “empacotada para viagem”. Quando se faz uma transmissão, o sinal pode sofrer uma série de interferências e degradações. A modulação é responsável pela “proteção” do sinal transmitido, visando fazer com que ele chegue ao seu destino de modo que a informação originalmente transmitida possa ser reconstituída da maneira mais fiel possível.

Multicasting ou Múltipla programação

É a possibilidade de transmitir mais de um programa, ao mesmo tempo em um mesmo canal. Permite ao telespectador escolher entre vários programas ou ângulos de câmera o que quer assistir. Com o multicasting, uma dona-de-casa vai poder escolher entre ver um programa de receitas pela manhã, ou deixar seus filhos assistirem a outra programação, que estará sendo transmitida ao mesmo tempo e no mesmo canal. Com duas ou mais tevês em casa, cada um assiste ao seu programa favorito. Em outra aplicação de multicasting, o espectador de uma partida de futebol vai poder escolher de que ângulo quer ver o jogo, pois o sinal de várias câmeras será transmitido no mesmo canal, e o telespectador poderá escolher qual câmera ele que acompanhar.

NTSC/ EUA

A abreviatura é usada para se referir ao padrão americano de TV em cores vigente nos EUA e em outros países. Comitê Nacional de Sistemas de Televisão (National Television Systems Committee), grupo que estabeleceu os padrões da Televisão analógica por volta dos anos 50.

PAL – Phase Alternation Line

O formato de sinal de vídeo usado na Europa e em parte da Ásia. Os sinais PAL fornecem 25 quadros por segundo, e portanto são incompatíveis com o NTSC, o formato de sinal de vídeo americano.

Pixel – elemento de imagem – picture element

É o menor elemento em uma imagem de TV. O número total de pixels limita o detalhe que pode ser visto na televisão. Um televisor típico tem menos de meio milhão de pixels. A quantidade de pixels para HDTV é cerca de dois milhões.

Relação de Aspecto – Aspect Ratio

A relação entre largura e altura da tela. Para HDTV, a relação de aspecto é 16:9 (16 unidades de largura por 9 unidades de altura), mais semelhante a tela de cinema. Hoje a tela da televisão analógica é 4:3, ou quase quadrada. Existem outras relações.

Resolução – Resolution

Uma indicação do menor detalhe que pode ser visto, ou resolvido, na reprodução da imagem. Embora seja influenciada pelo número de pixels em uma imagem (para HDTV aproximadamente 2.000 x 1.000; para transmissão vigente padrão NTSC, 720 x487), observe que o número de pixels não define a resolução final, mas simplesmente a resolução naquela parte do equipamento. A qualidade das lentes, tubos do display, processo de filmagem e scanners de filme, etc., usados para produzir a imagem na tela, todos devem ser levados em consideração.

SECAM Cores seqüenciais na memória – SEquentiel Couleur A Mémoire

O formato de sinal de vídeo Francês e da antiga Rússia. O SECAM é incompatível com os formatos PAL e NTSC. Na realidade o sistema russo era um pouco diferente do SECAM e ficou conhecido como SECAM IV.

Servidor de vídeo – Video Server

Um sistema de armazenamento de vídeo e de áudio para uma rede de clientes. Enquanto há alguns sistemas analógicos baseados em disco óptico, a maioria utilizada em aplicações profissionais e de broadcast é baseada em armazenagem digital em disco. Alem do uso para vídeo sob demanda (VOD – video on demand), os servidores de vídeo são aplicados em três áreas de operação de TV: transmissão, pós-produção e jornalismo. Comparados com os servidores de uso geral para arquivo, os servidores de vídeo necessitam manusear muito mais dados e arquivos maiores que tem de ser continuamente enviados. A capacidade de armazenamento é muito maior, tipicamente acima de 500 gigabytes ou mais. A operação depende inteiramente dos dispositivos conectados, ilhas de edição, sistemas de automação, servidores secundários, etc. Para ser eficiente precisa ter operação remota e estar ligado em rede.

Servidor para arquivo – File Server

Um sistema de armazenamento que fornece arquivos de dados para todos os usuários conectados a uma rede local. Tipicamente o servidor para arquivo é um computador com um disco de armazenamento muito grande, capaz de gravar e enviar arquivos conforme são requisitados pelos outros computadores conectados (clientes). O servidor do arquivo freqüentemente é identificado como outro disco no sistema do cliente. Os arquivos de dados tipicamente são do tamanho de alguns kilobytes e devem ser enviados rapidamente assim que forem solicitados.

Set-Top Box ou Caixa Conversora

É um pequeno aparelho colocado sobre o televisor (tamanho parecido com um VCR comum), semelhante aos usados na TV a cabo ou via satélite. Ele permite ao telespectador usufruir quase todas as vantagens da TV digital em seu aparelho atual, como imagem perfeita, sem fantasmas e ruídos, múltiplos programas e datacasting. Para assistir a TV de alta definição, o telespectador terá que comprar um novo aparelho. Caso ele já tenha a caixinha conversora, poderá comprar somente o monitor de HDTV. Caso contrário, poderá comprar o receptor integrado.

Simulcast

È a transmissão de programação sobre dois ou mais mídias ou canais separados, ao mesmo tempo. Por exemplo, os telespectadores vendo uma transmissão de TV em rede nacional de um jogo de futebol, envolvendo seu time local, podem assistir a TV pela rede, mas podem sintonizar o som para ouvir os anunciantes locais que estão promovendo o jogo pelo rádio. Algumas emissoras de rádio AM e FM já fazem isso. O FCC planeja que a programação de DTV seja obrigatoriamente transmitida pela rede analógica atual. Essa exigência que é para proteger o interesse público, reduziria a possibilidade de dois tipos ou níveis de qualidade na programação.

Streaming de Mídia – Streaming media

É o conteúdo multimídia – do tipo vídeo, áudio, texto ou animação – que é mostrado por um cliente conforme é recebido através da Internet (com recursos de banda larga), rede de broadcast ou armazenamento local.

t-Commerce – Television-Commerce

Com a TV digital, será possível comprar determinados produtos através da TV. No futuro, alguém interessado na trilha sonora de um filme ou de uma novela, vai poder comprar o CD sem sair de casa ou de frente da televisão.

Tela larga – Widescreen

Termo dado ao display de imagem que tem uma relação de aspecto mais larga que a comum. Por exemplo, a relação de aspecto das TVs comuns é 4:3 e essa é 16:9. Apesar desta ser a relação de aspecto utilizada pela HDTV, a tela larga também pode ser usada com os sistemas de definição comuns (SDTV).

Televisão analógica, digital e de alta definição – Analog, digital, and high-definition television

Os televisores tradicionais recebem sinais de rádio através de ondas ou sinais elétricos via cabo. A amplitude das ondas de rádio ou a variação de intensidade dos sinais elétricos informam ao televisor qual cor apresentar e com que brilho em cada ponto (pixel) específico da tela. O televisor digital também recebe sinais elétricos, mas eles representam 0s( zeros) ou 1s(uns). Então, um decodificador transforma esse trem de bits em padrões de pixels na tela. A televisão digital, ou DTV inclui a HDTV, televisão de alta definição, que é um conjunto de padrões de qualidade para sinais de vídeo e áudio. Cada um se tornará um padrão industrial permanente para ser visto. Geralmente, o HDTV fornece cinco canais de áudio surround, (quatro deles com qualidade CD) e cerca de cinco vezes mais informação de imagem (elementos de imagem ou pixels) do que a televisão convencional.

Televisão Avançada (ATV)

É o nome adotado pela FCC para Televisão Digital – DTV.

SDTV – Televisão digital comum – Standard Definition Television

Um sistema de televisão digital que é similar aos padrões vigentes de resolução de imagem e relação de aspecto. A imagem e o som serão melhores do que em NTSC. Oferece a capacidade de transmitir quatro ou mais programas com qualidade padrão (equivalente ao NTSC), no lugar de HDTV, usando o mesmo canal. O SDTV também incorpora som estéreo além de uma ampla faixa de serviços de dados.

Televisão Interativa – Interactive Television

A combinação da televisão com conteúdos enriquecidos. Fornece entretenimento e informação melhores, combinando a forma tradicional de assistir a TV com a interatividade do computador pessoal. A programação pode incluir gráficos especiais, acesso a Web com um click através de links cruzados na TV, correio eletrônico e chats, e comércio on-line através de um canal de retorno.

DTV – TV Digital – Digital Television

É a nova geração da televisão que, ao longo dos próximos anos, substituirá a atual televisão analógica em todo o mundo. As transmissões digitais permitirão à televisão aberta oferecer livremente ao telespectador inúmeras vantagens, algumas das quais já estão sendo disponibilizadas através de outras mídias digitais, pagas. A maioria das emissoras já usa equipamentos digitais em seus estúdios, que independem do sistema a ser escolhido, assim como os displays digitais, já existentes.

TV Móvel – Móbile TV

É a possibilidade captar os sinais de TV em dispositivos em movimento: ônibus, trens, metrô, carros, barcos, etc.

TV Portátil – Portable TV

É a recepção em equipamentos portáteis, que podem ou não estar em movimento. Um exemplo são computadores de mão equipados com um receptor de TV, no qual o espectador assiste a programação sem se deslocar. Outro exemplo são telefones celulares equipados com um chip receptor.

Varredura entrelaçada – Interlaced scan

O meio através do qual o tubo de imagens da televisão tradicional cria o vídeo na tela. As câmeras formam um quadro da imagem a partir de dois campos sendo um ímpar (contem as linhas ímpares) e outro par (contem as linhas pares). O padrão de alta definição 1080i (o i significa varredura entrelaçada), é um dos formatos que pode ser usado pelas emissoras para transmitir HDTV. Nos computadores a varredura é progressiva, ou seja, a imagem é formada linha a linha sem pulos.

Varredura progressiva – Progressive scan

A forma pela qual o tubo de imagens dos monitores de computador – e, de forma crescente, alguns televisores – mostram as imagens. Também denominada como varredura “não entrelaçada”, o processo usa um tubo de varredura progressiva para enviar a informação para cada pixel na tela seqüencialmente – da esquerda para direita e de cima para baixo – para criar a imagem na tela. O padrão de alta definição 720p (progressivo) é um padrão de varredura progressiva. É identificada pela letra p, minúscula após o número que dá a quantidade de linhas, por exemplo, 480p.

WebTV

A rede WebTV, é um fabricante de Set-top boxes que são usados para assistir televisão interativa e televisão comum. Estes receptores permitem aos usuários ter acesso a Internet, incluindo o uso de correio eletrônico e salas de bate-papo. Os Set-top boxes do tipo WebTV Plus Receiver são conectados a um televisor comum e a uma linha telefônica. Esses Receptores aceitam links de várias TVs e WebPIP. A WebPIP permite que os usuários vejam, simultaneamente, páginas da Web e programação da TV , na mesma tela, sem uma TV do tipo picture-to picture (duas imagens na mesma tela).