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Painel SET Projetos

SET SUL 2016

Agilidade, verticalidade e processos mistos em projetos de engenharia de televisão são discutidos no SET Sul

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Sergio Martines (SM Facilities) defendeu metodologias de planejamento mistas em emissoras de broadcast, integrando a execução tradicional com a aplicação de práticas de execução e controle ágeis

O tema foi debatido na tarde do dia 1 de junho no SET Sul 2016, em Porto Alegre. O especialista em Agile Management, Luiz Cláudio Parzianello, defendeu o Método Ágil em sua palestra, intitulada “a última convergência entre negócio, produto, processo e projeto”.
“Precisamos valorizar os indivíduos e as interações, antes de pensar em processos e ferramentas. Precisamos colaborar com o cliente e entregar ao invés de documentar. É preciso ser realista com exemplos e compreender o que é realizável! Adotar métodos ágeis. Toda semana, se possível, é preciso fazer uma revisão de resultados. É preciso trabalhar com uma visão integrada das quatro perspectivas: negócio, produto, processo e projeto. Sem essas quatro perspectivas integradas e percebidas pela empresa caímos no risco de uma miopia gerencial”, afirmou Parzianello.
O diretor executivo da SM Facilities, Sérgio Martines, explorou as “Abordagens tradicionais e aplicação de métodos ágeis considerando as peculiaridades técnicas da área de televisão”, e considerou que, em projetos de engenharia, a televisão está muito mais próxima de uma obra “física”, do que de um projeto de software.

Vitor Chaves de Oliveira (SET/Unisal /Mackenzie) destacou que há, cada dia mais, uma fusão entre a computação, a telecom e a radiodifusão

Vitor Chaves de Oliveira (SET/Unisal /Mackenzie)
destacou que há, cada dia mais, uma fusão entre
a computação, a telecom e a radiodifusão

“Com os Métodos Ágeis, o detalhamento é realizado ao longo da execução e a entrega de valor ocorre ao longo da execução, gerando maior possibilidade de mudanças constantes. Mas, na televisão, é necessário detalhar mais antes de iniciar um projeto. A entrega do valor é feita no comissionamento e há pouca possibilidade de mudança. Por isso, e necessário trabalhar com metodologias de planejamento mistas, que integrem execução tradicional com aplicação de práticas de execução e controle ágeis”, comentou o executivo.
Vitor Chaves de Oliveira (SET/Unisal /Mackenzie) destacou que há, cada dia mais, uma fusão entre a computação, a telecom e a radiodifusão. “Hoje, as empresas de mídia e de telecomunicações estão extremamente voltadas ao TI. A tendência dos usuários é querer mais e mais conteúdo de qualidade. Precisamos deixar o IP leve o suficiente para conseguir, por exemplo, fazer publicidade dirigida em conteúdos de televisão”, argumentou o doutorando em Engenharia Elétrica.

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